O conteúdo abaixo é para maiores de 18 anos, se você não idade para isso, não queira ver. Aliás, falando no louco, ops, quer dizer Lars Von Trier é o diretor mais polêmico do mundo cinematográfico, por ter filmes complicados, famosos, artísticos, psicótico e as personagens principais chegam a ser irritantes, não é a última e nem a primeira vez que TRIER traz um filme como esse.
O fato é que o filme vai ser dividido em CAPÍTULOS, como num virar páginas, incansavelmente sexy (fora de controle), vai ser em VOLUME 1 e 2, com duração de 5 horas de FILME!! O ABSURDO, imagina quantas cenas explícitas, perigosas só de SEXO, FANTASIAS SEXUAIS E DRAMA??? E quem não vai deixar de ver, hahahaha, à essa altura, TODO MUNDO VAI FICAR COM VONTADE DE VER O FILME MAIS POLÊMICO DO SÉCULO 21!!!
ESTOU SEM PALAVRAS PARA DESCREVER OS PÔSTERES, CENAS E TRAILERS INCOMPREENSÍVEIS, BOA SORTE AQUI ABAIXO:
**AVISO, ISSO É SÓ O COMEÇO, CADA DIA UMA COISA NOVA É LANÇADA, O FILME ESTÁ PREVISTO PARA JANEIRO DE 2014**
O romance, o suspense e tragédia como a combinação perfeita
Jean-Pierre Améris apresenta um longa cinematográfico ao estilo teatral
Por Guilherme de M. Corrêa
O homem que ri (L'Homme qui rit), é uma emocionante história de tragédia romântica sobre um homem chamado, Gwynplaine (Marc-André Grondin), cujo lábios tem uma cicatriz que forma um sorriso monstruoso e vive com sua irmã, Déa (Christa Theret), uma garota cega.
Cujo início de tudo, é que Gwynplaine e Déa são acolhidos por um homem chamado Ursus (Gérard Depardieu), no inverno, à partir daí, os jovens crescem ganhando a vida, apresentando um romance teatral para as pessoas da cidade e o tempo vai passando. Os dois irmãos descobrem que não são irmão de sangue, assim nasce um romance.
O figurino, as cores, os sentimentos, a interpretação dos personagens, são incríveis, muito poético e triste à medida que as coisas só irão piorar com o tempo, o dinheiro e o desejo alheio é capaz de matar.
O teatro, a complexidade do todo o desenrolar da história ficará para sempre no espectador interessado, porém muito curto, analisando esteticamente, não é no mesmo nível cansativo da outra obra de Victor Hugo, adaptada pelo cinema também, conhecida como "Os Miseráveis", o musical complexo, nesse "O Homem que Ri" já é uma obra mais ao estilo simples e fácil de entender e não tem a complexidade musical, consegue prender o espectador.
Essencial para os profissionais e estudantes de moda, comunicação social e teatro, é um conjunto interessante para todos os aspectos e detalhes, estreou na última sexta-feira, dia 4 de outubro no Brasil, porém é aquele esquema de sempre, só está sendo exibido nos cinemas de arte, pois é um filme artístico e diferenciado do cinema convencional, espero que gostem, pois o O SONHO DO CINEMA, saiu emocionado da cabine de imprensa.
VEJAM AS FOTOS E TRAILER, DESSE EMOCIONANTE ROMANCE:
Lee Daniels mergulha no seu mais profundo mundo sombrio
Baseado no romance de Pete Dexter, "The PaperBoy", traz um ótimo jornalismo investigativo
Por Guilherme de M. Corrêa
Foi selecionado para o Seleção Oficial Festival de Cannes 2012, foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante, Nicole Kidman. Chegou oficialmente nesse fim de semana, dia 4 de outubro, no Brasil, em todos os cinemas, no mês de julho deste ano, chegou o livro.
Instigante. Sujo. Engajado. Belo. Misterioso. Obsessivo. Os espectadores que se preparem para o mundo jornalistico investigativo na grande realidade não é nenhum filme modesto estilo "James Bond", o jornalismo é tão belo e perigoso ao mesmo tempo em termos de liberdade de expressão que chega um momento que ele põe um fim na vida. Até onde você iria para conseguir o que deseja? Essa é frase do filme, caiu muito bem com o roteiro de Pete Dexter, também fez o roteiro, além de ter escrito o romance, ajudou na performance de Lee Daniels na direção.
O principal eixo do filme cair bem na originalidade e fugindo muito dos clichês cinematográficos sobre os limites e consequências do Jornalismo que marcaram a história do mundo, é que ele apresenta um ponto de vista diferente do que já foi visto em outros filmes do mesmo tema. O filme tem uma originalidade tão forte que faz qualquer jornalista brasileiro se lembra do Artigo 3° do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros: "Art. 3° - O exercício da profissão de jornalistas é uma atividade de natureza social sobordinado ao presente Código de Ética".
O instinto humano é tão fácil de desviar na hora de revelar uma verdade privada num jornal público que acaba tornando algo polêmico, acaba destruindo o grande objetivo no papel de jornalista social, é o que acontece com os personagens desse filme: Ward (Matthew McConaughey), jornalista de um grande jornal, conhecido como Miami Times, tudo começa com a volta para a cidade pequena, sua cidade Natal, para cobrir a prisão de Hillary Van Wetter (John Cusack), acusado e condenado à morte pelo assassinato do xerife local.
A obsessão começa, quando o seu irmão mais novo, Jack (Zac Efron) acaba se envolvendo com a mulher mais velha e misteriosa que mantém contato com o prisioneiro, através de cartas recheadas de fantasias sexuais bem pesadas. Charlotte Bless, interpretada pela nossa belíssima atriz, Nicole Kidman e as confusões jornalísticas com o amigo de Ward, Yardley Acheman (David Oyelowo).
Jack um garoto novo, cheio de complicações familiares, não vive como um jovem normal, após sua mãe ter saído de casa e largado tudo com o pai, então não se envolveu com nenhuma garota durante a vida toda com medo e perder o amor, igual perdeu sua mãe.
Um cenário completamente gótico sobre a vida aparentemente sossegada das cidades do interior. Um triller tenso até o último momento, que fala de corrupção e violência, mas que ao mesmo tempo promove uma lição de ética. Zac Efron está incrível em seu personagem, Nicole Kidman voltou com tudo nessa personagem sexy e misteriosa. E a incrível história da personagem Anita (Macy Gray), inclusive narradora da história do filme, empregada da família de Jack, que também é como uma mãe substituta para ele, envolvendo o preconceito contra os negros, que já era considerado crime.
Recomendado para todo o público de comunicação social em Jornalismo para o conhecimento do profissional e para uma vida inteira, espectadores saíram sem fôlego e com uma nova visão de mundo, como uma epifania obsessiva.