quarta-feira, 16 de março de 2016

Crítica: Você precisa conhecer a Zootopia!


O mundo em Zootopia: os animais podem ser o que quiserem

A aventura de uma coelha nada fofa e uma raposa que não dá pra confiar muito

                                                                                                 Guilherme de Moraes Corrêa

   Imagine um mundo onde não existem humanos? Só animais! Isto mesmo esquece a raça humana, pense como se nós fossemos animais, só que não selvagens. Eles podem ser o que quiser na cidade de "Zootopia", que é o sonho da coelha Judy Hoops (Mônica Iozzi, dublagem brasileira), só que ela é um pouco teimosa, mandona, muito longe de ser aquela coelha delicada, pequena e fofa.
    Só que antes de qualquer coisa, acredito que preciso explicar algumas coisinhas sobre este animação, é muito importante usar o fator "metáforas" e "figuras de linguagem" e este animação lembra um pouco da filosofia de George Orwell na obra "A Revolução dos Bichos", que provavelmente você já deve ter lido ou ouvido falar.
    Para falar verdade, sempre ouvi falar desse livro, já li sobre, só nunca parei para ler e me sinto um pouco péssimo, pois é um livro necessário. Enfim, voltando à animação, imagine uma aventura repleta de animais/meio humanos em empregos e suas vidas sociais, profissionais, com roupa de humanos, ali eles são como nós, o que é muito interessante, vai além de uma animação fofo para crianças.
    Judy Hoops é uma coelha criada pelos pais super-fofos, só que Judy nasceu uma habilidade fora do normal, ela é especial, seu maior sonho é ser policial em Zootopia e enfrentar animais ferozes e maiores em questão de por ondem no mundo, ser mais civilizado. Tá, você leu sim. Uma coelha de fazenda, descendente de plantadores de cenouras! 
    A história gira em torno desse ponto de vista e claros aos poucos vão conhecendo outros animais sendo o que querem ser ou não, alguns deles não são o que realmente é, estou falando do "lobo em pele de cordeiro", às vezes o menos suspeito é o mais perigoso.
    E você já percebeu futuro espectador que o mundo em Zootopia é bem parecido com o nosso não é mesmo? Nós aparentemente nos parecemos com alguns bichos de vez enquanto, é como um "animal interior".
    Então Judy Hoops cresceu com a ideia de ser policial em Zootopia, fez treinamento, faculdade para realizar o seu grande sonho e ela chega lá... Mas seus objetivos também têm obstáculos que ela vai ter que superar.
    E é assim que ela conhece o nada confiável Nick Wilde (Rodrigo Lombardi, dublagem brasileira), uma raposa. Oi? Sim, uma raposa nada idiota, Judy acha que o mundo mudou, mas nada verdade poucos animais mudaram o comportamento, o problema é que ela não entrou para o grupo de policiais para proteger a cidade, ela é guarda de trânsito.
   E até que ela se envolve numa encrenca e a sua vida entra em jogo para cumprir um caso de desaparecimento de uma lontra e claro ela vai precisar da ajuda do nada confiável Nick Wilde, a raposa com ar de "malandro". E aí eu te pergunto... Em Zootopia pode isto uma coelha e uma raposa numa missão juntos?
    A resposta está no filme, a estreia é em 17 de Março, quinta-feira, procure o cinema mais próximo para conhecer essa cidade é o bicho, literalmente divertida, eloquente, inteligente, você vai sair da sessão querendo rever mais uma vez, porque estar em uma aventura com Judy e Nick vai ser difícil esquecer tão cedo.
    E para os curiosos, a Disney como sempre traz os efeitos especiais em animação digital que chega a ser impressionante, um agrado para adultos, jovens e sem deixar de lado as piadas com outros filmes que são considerados clássicos, como o espectador pode conferir num trailer extra no YouTube, uma piada com a trilogia de sucesso "O Poderoso Chefão", que você com certeza não vai perder essa referência cômica.

CONFIRA OS TRAILERS E FOTOS, CUIDADO! (TEM BICHO PRA CARAMBA!):






Eu fazendo parte de Zootopia, acho que posso ser um JAGUAR JORNALISTA #PodeIsso?






































E assim é Zootopia, você JÁ CONHECE um pouco dela NESSE PASSAPORTE (CRÍTICA), exclusiva, amanhã é SÓ CONFERIR no cinema MAIS PRÓXIMO de VOCÊ por que realmente vale muito a SESSÃO!!!

Só cuidado com a aparência dos animais...eles são como nós...rsrsrs...

quarta-feira, 9 de março de 2016

Crítica: Puro ou Danificado?


A evolução da série iniciada com "Divergente" nos leva para além do muro

Tris: uma divergente, uma ameça e agora é PURA

                                                                                                     Guilherme de Moraes Corrêa

     Terceiro filme da trilogia Divergente, adaptação do livro de Verônica Roch, que é um "ficção-científica contemporâneo", mais voltado para o "universo da distopia" com uma pitada de romance para jovens.
      Em tempos venho analisando esses "contemporâneos", a expectativa é bem razoável na minha opinião, não gostei muito da evolução fraca da franquia "Jogos Vorazes" que é uma releitura mais moderna de 1984 de George Owell, que não chega a ser melhor.
      Não sei dizer de conteúdo do livro, sei que muita gente fala que os livros são melhores, mas sinceramente, aquele epílogo da parte final de A ESPERANÇA é muito radical e muito clichê, Katniss é fraca, casou com Peeta, tem 2 filhos, não matou o Presidente Snow de forma triunfal como eu estava esperando, teve muita ficção-científica, tensão, histórias, coisas estranhas para acabar um aquele final clichê ao estilo "Amanhecer Parte 2 no matinho e felizes para sempre", os fãs que me perdoem, mas é a mais pura verdade.
       E a série de "DIVERGENTE", conseguiu ser um pouco melhor, a distopia de ficção-científica desse romance, já tem uma pegada mais incrível da maneira de trazer surpresas, assuntos humanos, científicos e do futuro. A questão do além do muro é bem diferente do que nós estávamos esperando que fosse.
       Em termos de cenários, tecnologia, armas, roupas estilo militar, efeitos especiais e claro tudo dentro do efeito atrativo, mostrando os dois lados no mais profundo de causa e efeito. A ideia de Tris  (Shailene Woodley) ir contra as regras de Evelyn (Naomi Watts), mãe de Quatro (Theo James), já que existe uma controvérsia de comando, as facções não conseguem viver sem as divisões.
      E tudo muda quanto Tris, Quatro, Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade, tudo revela-se na mensagem final do filme anterior (INSURGENTE), na caixa, uma gravação da mãe de Triz, Edith Prior.
         Fuja do mundo que você conhece é a chamada de "CONVERGENTE - Parte 1", além do muro de Chicago, lá existe algo pior do que as facções e amanhã é dia de você futuro-expectador reencontrar seus personagens em uma nova aventura, aquela que inicia um desfecho, mas é só o começo dela, esqueça a ameça, que Tris é Divergente/Audácia, facções, agora nada mais importa quando o mundo é dividido entre Puros e Danificados! Decifre o genoma humano!
        Existe uma parte da história que chamou muito a minha atenção, por ser algo que já vi, mas claro sempre inovando uma mesma ideia, tem uma coisa assustadora num soro que é uma arma que é usada para apagar a memória da pessoa, ou seja, ela esquece de você por completo e o efeito especial é que a pessoa vai tornar a sua imagem um borrão cinza e uma sombra sem significado, está ideia já existiu no seriado Black Mirror, exatamente no último episódio especial de Natal, da 3ª temporada, o que eu achei bem desenvolvido.
          O filme tem umas ideias muito boas sobre aquele futuro sombrio que é ao mesmo tempo muito empolgante que no fundo só está nos destruindo cada vez mais controlado pelas máquinas, pelos chamado de "robô".

VEJA AS FOTOS E TRAILERS E EXPERIMENTE O "CONVERGENTE":























































EM BREVE, MAIS NOVIDADES SOBRE FILMES QUE ESTARÃO NOS CINEMAS EM BREVE...SÓ NÃO TIRAR O OLHO DO BLOG "O SONHO DO CINEMA", ESPERO QUE TENHAM GOSTADO...!