segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Dica Exclusiva: Sessão para ser solteira!


Trama perfeita para as mulheres que querem ser solteiras

Dakota Johnson e Rebel Wilson é a dupla que vai te dar dicas de como ficar sozinha

                                                                                                       Guilherme de Moraes Corrêa

      Já passou o carnaval, férias e você amiga, está mais do que na hora de sair dessa "bad" porque terminou com o namorado, noivo, seja lá o que for você tem que parar com essa merda, ser feliz porque é o que você merece e deve fazer.
      E vou te passar uma receita completa, apenas vá ao cinema, a partir do dia 25/02/2016, a sessão é por conta de "Como Ser Solteira" (How To Be Single) e pode parar de achar que a coisa toda é só no mundo do cinema, muito pelo contrário, vai te dar ótimas dicas de como ser feliz de verdade.
     A sua quinta-feira, se você estiver mesmo precisando ir à estreia nessa quinta-feira, ou melhor, vai com as amigas conferir no fim de semana, vai te dar uma lição e vai sair da sessão olhando por outros ângulos e vai ver que a vida pode ser muito mais.
    A trama nessa história é bem divertida do ponto de vista da nossa personagem principal Alice (Dakota Johnson), sim a estrela de "50 Tons de Cinza", não sei nada dela nesse filme, ainda não conferi. Só sei que gostei dela na pele de Alice, atriz bonita, mas de uma beleza natural. Enfim, ela tem um relacionamento com Josh (Niholas Braun) desde a faculdade. E resolvem dar um tempo depois de um bom tempo juntos.
      E assim ela sai da república e vai morar perto de seu novo emprego e ainda não muito animada com a separação  com Josh. E tudo muda quando ela conhece sua nova chefe/colega de trabalho, a animada Robin (Rebel Wilson), acostumada com a vida noturna em Nova York, ela é a amiga gordinha que todas mulheres deveriam ter, porque ela sim, vai ensinar Alice a ser solteira. Pronto, aqui é a partida para uma comédia romântica bem diferente dos clichês que você já conferiu por aí.
    O diretor Christian Ditter nos leva para outras histórias diferentes de personagens femininas secundárias que não deixam de ser principais também, no mesmo ambiente, mulheres em diferentes situações mostram suas qualidades e defeitos diante cada relacionamento, além da Alice que é o principal foco.
      Alice tem uma irmã mais velha, é médica, já fez vários partos e nunca quis dar o passo para ser mãe e nunca abriu mão desse compromisso, estou falando da Meg (Leslie Mann) e acontecem umas surpresas e reviravoltas com ela, que eu achei bem legal mostrar vários lados do amor e da vida de cada uma delas.
    É divertida também a história que envolve a desesperada Lucy (Alison Brie) que procura o relacionamento certo e perfeito para casar pelos sites de relacionamento virtual, que mostra a importância de procurar o homem certo, apesar de todo o desespero e erros pelo caminho.
    A ideia, o foco é fazer o espectador rir, se divertir, mas o principal mesmo é fazer pensar na própria vida, trazer este filme para a realidade, até porque apesar de ser ficção, mas podemos basear na vida real, é disto que eu gostei nessa trama.
      É o tipo de filme que as mulheres e rapazes também vão querer rever várias vezes depois, ele tem um "ritmo" gostoso, divertido como "sessão da tarde" e você podem ter seus palpites sobre o que vai acontecer no final, será que a Alice vai conseguir seguir em frente, sendo solteira? A resposta você vai conferir nos cinemas, até porque não é o meu objetivo estragar surpresas sobre essa comédia romântica né gente? E eu só posso garantir: é surpreendente e inovador, quebra totalmente os clichês cinematográficos e você vai querer rever várias vezes.
    Descubra muitas coisas de como é fazer as coisas com alguém do seu lado e ao mesmo tempo quando você também pode fazer outras coisas que talvez você queira fazer sozinho, porque às vezes nossos desejos só cabem a nós mesmo e às vezes nos esquecemos de quem somos de verdade.

CONFIRA AS FOTOS E TRAILER e sim, claro VÁ AO CINEMA CONFERIR E SEJA FELIZ DE VERDADE, acompanhada ou sozinha:



























CONFIRA O SITE OFICIAL DO FILME:


ENTÃO amigo ou amiga, já sabe que você tem um encontro marcado com às amigas (os) no CINEMA à partir dessa QUINTA-FEIRA, é o INÍCIO DA FARRA e vá DESCOBRIR COMO FICAR SOLTEIRA... ;) e SER FELIZ...!!!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Crítica exclusiva: 13 Horas, um outro 11 de Setembro


Equipe de 6 soldados secretos de Benghazi arriscam suas vidas numa trama de tirar o fôlego

Michael Bay deixa de lado seus filmes clichês para contar uma história real

                                                                                                        Guilherme de Moraes Corrêa

      Acredito que a maioria quando vê que o filme é de Michael Bay, já pensa é mais um "Tartaruga Ninjas", "Transformers" ou algum ficção-científica do estilo barulhento, destruição e muita ação na trama.
    E nesse caso é um pouco diferente, na verdade eu estava com pé atrás em relação ao filme "13 HORAS: Os Soldados Secretos de Benghazi" estava com medo de o Michael Bay deixar a história real muito cheio de referências de outros filmes e deixar muito de ação.
     E no dia 15/02/2016, segunda-feira com exclusividade da Paramount Pictures Brasil, foi conferir com exclusividade a cabine de imprensa do filme e foi uma surpresa, porque também recebemos o livro que originou o filme, escrito pelo jornalista Mitchell Zuckoff, pela Editora Beltrand Brasil (selo da Record Brasil).
      E claro que vou fazer resenha crítica dele lá no "Condenados Por livros" em breve, quando soube que existia um livro bastante complexo sobre a história, já fiquei mais animado para conferir o filme e não mudei de opinião após conferir o filme.
     A trama do começo ao fim, a tensão sobre o espectador é de tirar o fôlego, o trabalho de Michael Bay revelou um lado mais realista e humano em seus trabalhos cinematográficos. O que me lembrou de bastante é o fato de que é um filme de guerra e sobre atentados envolvendo os E.U.A. a polêmica que já existiu em "A Hora Mais Escura", que eu pensei que futuramente a diretora deste podia trabalhar com Michael Bay, iria ser uma ótima dupla.
   O espectador vai poder conhecer melhor os acontecimentos reais que aconteceram em 11 de Setembro de 2012, sim é uma data bastante estranha e parece bem proposital para lembrarmos 11 de Setembro de 2001. 
     A trama conta os agonizantes terroristas atacando o Complexo da Missão Especial do Departamento de Estado dos E.U.A. e a base da C.I.A., conhecida como o Anexo, em Benghazi, na Líbia, onde a equipe de seis soldados - Mark "Oz" Geist (Max Martini), Kris "Tanto" Paronto (Pablo Shreiber), John "Tig" Tiegen (Dominic Fumusa), Jack Silva (John Krasinski), Dave "D.B." Benton (Toby Stephens) e Tyrone "Rone" Woods (James Badge Dale). A escolha do elenco provou que eles souberam interpretar uma luta brava para repelir os agressores e proteger os americanos que lá trabalhavam indo além de suas obrigações e realizando atos extraordinários de coragem e heroísmo para impedir uma tragédia ainda maior.
      A técnica de Michael Bay com as explosões de bombas e ataques inesperados é muito comum em seus filmes de ação, nesse trabalho podemos ver tudo isto de uma maneira realista do ponto de vista de um relato do que aconteceram durante as treze horas do infame atentado.
    A trama também me fez enxergar outro ponto dos filmes sobre guerra, até um tempo atrás achava filmes de guerra muito tristes e de tirar o fôlego. E por conta de tantas referências de leituras e filmes de "STAR WARS", pode entender com outros olhos e nesse novo filme pude perceber tantas coisas de ficção-científica para explicar a realidade das guerras do mundo real. O interessante é que um dos soldados do filme, "nas horas livres", antes de começar a trama agonizante, ele está lendo e fazendo muitas citações com os amigos do livro "O Poder do Mito" de Joseph Campbell.
      E é onde ele cita várias referências da "Jornada do Herói" na Mitologia Grega, inclusive este livro também fala da jornada heroica em STAR WARS, então não é tão atoa assim. Só existe uma pequena diferença, para quem é fã dos filmes de Michael Bay, está acostumado a ouvir uma música de fundo da banda Linkin Park, porém nesse sentimos muito a falta deles, pois tem muito haver. E o instrumental lembra muito o começo das músicas do Linkin Park.
     O conselho é que o espectador tem de conferir a grande estreia amanhã (18/02/2016), em todos os cinemas brasileiros, procure o mais próximo de você, vão conhecer melhor esse acontecimento que não ficou muito claro na época nas reportagens que apresentavam fontes não muito confiáveis. E mais, estou com o livro em mãos, vou conhecer a trama do livro para vocês conhecerem lá no blog "Condenados Por livros", só ficar de olho por lá. E boa sessão amanhã!

CONFIRA AS FOTOS E TRAILER DESSE ÓTIMO FILME:


















































ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DESSA CRÍTICA, EM BREVE MAIS SOBRE O LIVRO, LÁ NO "CONDENADOS POR LIVROS" E POR AQUI TAMBÉM...NOVAS CRÍTICA DOS FILMES QUE VEM POR AÍ...NÃO PERCAM...!